sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Sustos


É bem verdade que uma criança doente tira os pais do sério, pode até não ser nada de especial, mas ficamos com o coração apertadinho.

No dia 20 teve um ligeiro corrimento vaginal, fomos às urgências desconfiou-se de infecção urinária.
A análise à urina veio alterada, toca de repetir através de algaliação. Confirma-se leucócitos mas dois dias depois ficamos a saber que a urocultura deu negativo. Nada de infecção urinária.

Dia 29 fomos à maternidade apenas para ouvirmos dizer que em relação à tiróide embora os valores estejam acima do normal não é preciso continuar a ser seguida lá. Para vigiarmos nas próximas análises de sangue.
Sinto que fomos despachadas devido a alguma orientação de controle de custos...

Nesse dia chegou a casa cansadita, não queria acordar.
Estava quente, medi a febre e tinha febre, toca de fazer ben-u-ron.
Ontem acordou com febre, fui sempre controlando e medicando, até que numa das vezes estava já com 39 e em menos de nada passou para os 39,5. Toca de fazer compressas de água fria e a febre lá foi cedendo. De novo nas urgências e eis que tem uma amigdalite e não há qualquer relação entre o primeiro caso e este.
Está medicada com antibiótico e ben-u-ron e passou bem a noite, mas a previsão é que sejam precisos 2 a 3 dias para se verem melhoras. Se bem que esta menina sem febre ou com febre baixa continua a ser um doce e a distribuir sorrisos.
Mas ainda assim... mãe sofre...

31 de Agosto de 2011

Há um ano tirei a tarde para ir para casa tratar dumas coisas.
Como tinha feito muitas horas a mais em Julho tive a possibilidade de tirar uma tarde em Agosto e fui adiando até ao último dia.
Tinha imensas coisas para fazer, e eis que cheguei a casa, almocei, e fui para a cama. Não fui para o sofá, fui logo para a cama pois o cansaço era tanto que não aguentava estar acordada.
Algo de estranho se passava comigo e eu não sabia o que tinha.
A minha mãe ainda comentou: fizeste-me lembrar quando estive grávida, mas tu não podes estar grávida.

Pois...

Esta semana li uma frase do José Luís Peixoto: o possível é o futuro do impossível.

E realmente eu não sabia o que tinha, mas tinha uma Helena a germinar.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Olhos azuis???


A minha filha tem olhos claros, o que para mim é normal dado que ainda só tem 3,5 meses.
Toda a gente se espanta muito e lá temos de desenterrar parentes de olhos claros para justificar a eventualidade de continuarem claros os actuais "olhos de leite".

Não sei quantos comentários já ouvi sobre os filhos, os sobrinhos, o cão e o gato que mantiveram os olhos claros após o desmame.

Mas esta bate todas:

- ai que ela vai ter olhos azuis!
- acha?
- tenho a certeza, olhe para o branco.
- para o branco????
- sim, quando o branco é mesmo branco é porque os olhos ficam azuis.

Pais de todo o mundo estai atentos, se os olhos dos vossos bebés tiverem o "branco" amarelo não só pode ser icterícia como está posta de parte a hipótese de terem olhos azuis.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Luar de Agosto?


Há um ano por esta altura devíamos ter tido visitas em casa.
Os planos mudaram, as visitas não vieram e aproveitámos intensamente esses momentos a dois.
O luar de Agosto é lindo não é?

E do luar surgiu um raio de sol...

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Uma década


Há 10 anos começou o nosso namoro.
Muito a medo da distância que nos separava.
Evitou-se pensar no futuro e no que ele nos reservava.
Como em tudo na minha vida teve de ser com muitos sacrifícios, mas também o que não nos custa não tem o mesmo valor.

Se há 10 anos me imaginava "aqui"? Claro que não, nem me imaginava no Porto, quanto mais podia imaginar o caminho percorrido.
Mas o caminho faz-se caminhando e até uma maratona começa por um simples passo.
Este foi o nosso primeiro passo há uma década atrás.

E a cada ano que passa tudo faz mais sentido.
Este ano então fez com que sentíssemos que atingimos duplamente um marco na nossa existência como casal.

Aproveitando o facto da minha mãe nos ter vindo visitar por estes dias deixámos o nosso pequeno raio de sol a sorrir à avó e à prima e fomos namorar os dois.
Afinal não nos podemos esquecer que tudo continuará a valer a pena enquanto mantivermos acesa a chama.

domingo, 5 de agosto de 2012

3 meses


O tempo está a passar a correr e só de pensar que a licença termina em menos de dois meses dá-me logo uma grande ansiedade.

A Helena desenvolve-se a olhos vistos, pelo menos aos meus olhos que raramente se desviam para o lado...

Continua a comer bem, alimentada com leite materno em exclusivo. No entanto, a situação deve estar para se alterar dado que estou a ficar com menos leite.

As cólicas aliviaram e agora começou a babar-se muito, a meter as mãos na boca e gemer de dor.
Se a baba e as mãos são coisas que começam pelos 2 meses e é normal, já o gemer pode querer indicar o aparecimento dos dentes. As gengivas estão mais esbranquiçadas, mas sinceramente não vejo mais nada de diferente.

Nas brincadeiras já tem os seus bonecos favoritos, no ovo é o boneco do meio, no mobile é o verde e no tapete é o pato ou a bola.
Não pega em nada por sua iniciativa, excepto biberão ou mãos de quem lhe está a dar o leitinho, mas se lhe colocarmos brinquedos leves na mão já os segura durante algum tempo.

Continua a segurar muito bem a cabeça, mas nem sempre durante muito tempo, já as pernas nunca páram quietas um bocado.

É muito bem disposta, insiste em chamar a atenção, vocaliza imensos sons e já se consegue perceber o objectivo que alguns têm: chamar a atenção; reclamar; rabujar de sono...

Apesar das dores e de acordar muitas vezes de noite a gemer, isso não a impede de retomar o sono quase imediatamente, chegando a dormir 9 horas.
Hoje já dormiu no quartinho dela e apesar de ter reclamado a minha presença quase uma hora depois dormiu 9 horas seguidas. Mas atravessou-se toda e empurrou a roupa para um canto. Temos mesmo que trocar-lhe as voltas.

Mudança do quarto


3 meses e um quarto só para ela.
Correu bem, tirando a primeira hora em que se rabujou pela companhia da mãe. Mas depois foram 9 horas seguidas.

Fiz a cama à espanhola, coloquei um cobertor parecido com o que ela está acostumada e um pijama grosso.
Acordou atravessada na zona da cabeceira, pés e mãos gelados e o resto do corpo fresquito, excepto o tronco que estava quentinho.

Tenho mesmo que ver os sacos de dormir, pois ela nunca se atravessou tanto, mas também não tinha espaço para o fazer.


Se calhar não foi uma altura boa para mudar dado que começa a queixar-se da boquinha, acorda sobressaltada durante a noite.
Provavelmente foi apenas sorte de principiante, mas decidimos que era melhor agora que adiar e depois ter toda a vida alterada com a ida para a creche, mudança de quarto...quem sabe se dentes...


Vamos esperar que continue a correr bem.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Dentes?


Há coisa de 10 dias que a pequena anda a jogar ao jogo "quantas mãos cabem dentro da minha boca".
Já percebemos que se a deixarmos vai optar por chuchar no dedo, aliás de noite perde a chucha e acorda de dedo na boca.

Mas agora tem estado diferente, choraminga muito e mete ambas as mãos furiosamente na boca.
A minha avó chama-lhe a raiva dos dentes, mas acho muito cedo para serem já os dentes.
Até brinco a dizer que são os dentes, mas do siso...
O certo é que há uma semana que mete as mãos furiosamente na boca, geme de dor, desde os dois meses que baba muito, mas agora é o verdadeiro dilúvio.

Está a cinco dias de fazer os 3 meses e acho muito cedo, mas se não forem os dentes o que será?
Febres e diarreia não tem.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Dicas para fotografias...esqueça tudo o que aprendeu...


Dica para recém-mamãs com a mania que são fotógrafas.

Quer fotografar o bebé com aquela roupinha linda que lhe deram?
1-vista o bebé
2-tire a foto

Esqueça enquadramentos, luz, sorrisos, gracinhas, máquina xpto (tire mesmo com o telele)...

Se após o passo 1 não tirar logo a foto arrisca-se a:

1a-birra
1b-bolsar
1c-cocó dos grandes
1d-roupa toda suja
1e-mudança de roupa

Desta vez mãe 1- bebé 0, é que nem lhe dei tempo, foi vestir e fotografar...Mas a roupinha nova...bem, essa foi para lavar...

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As primeiras férias


Estivemos uma semanita em terras do sul.
Mas que bem escolhido, tinha logo de calhar na semana da vaga de calor. Eis que depois de dois meses de primavera fresquinha apanhámos calor...muito calor.
A Helena passou a usar muitos dos vestidinhos que dificilmente poderia vestir no Porto.

Portou-se muito bem em todas as viagens, fez as delícias de toda a família e amigos.
Continua a palrar muito e esteve em grandes namoros com a prima.
Está a começar a treinar o riso, mas sai-lhe um bocadinho ao lado e por vezes é mais tosse que outra coisa.

Decididamente teima em usar os polegares em vez da chucha, mesmo que se insista muito acabamos por acordar de manhã.

A corrida das mulheres que não conseguem engravidar


Já tenho feito esta reflexão mais vezes e cada vez me convenço mais que as mentalidades só mudam nas novas gerações. Só mudam quando nos predispusermos a "perder" tempo a formar novas mentalidades, e isso só é possível com as crianças.

A minha sobrinha teve uma evolução gradual e acompanhou desde sempre esta doença, bem como o seu sonho de ter primas.

Aos 3 anos logo após o meu casamento pediu uma mana à tia. Lá lhe expliquei que as tias dão primas e não manas. "Isso tia, quero uma "pima"".
O tempo foi passando e nada de primas, aliás ficámos um ano a aproveitar o casamento. Mas na cabeça dela o tempo rolava e um dia perguntou: "tia mas tu não gostas de crianças???Não queres ter bebés?" Como é que era possível dar-me tão bem com ela e não gostar de crianças? Ela estava incrédula.
Mais tarde percebeu que a tia tinha ido ao médico para ter bebés: "Oh tia tu és tão boa para as crianças..."
Com 7 anos a mãe engravida e ela acha que devia ter sido a tia.
Com 8 vem passar uns dias à casa da tia, vai a um dos meus lanches e percebe que muitas daquelas senhoras querem ter filhos e não conseguem, mas outras...outras foram com os filhos: "Tia mas se elas conseguiram tu também vais conseguir".
Viu-me dar picas.
Aprendeu na escola o que era o aparelho reprodutor e eu falei-lhe de má qualidade de óvulos e de espermatozóides. Sentiu-se crescida por lhe ter explicado tudo. Já sem usarmos o termo das sementinhas.
Aos 10 anos foi comigo à caminhada da fertilidade. Já sabia quem eram aquelas pessoas e porque caminhávamos. Gostou.

Aos 11 anos, com a prima ao colo pergunta-me: tia tu este ano não vais à corrida das mulheres que não conseguem engravidar?
Lá lhe expliquei que a caminhada já tinha sido, e que por a Helena ser muito pequena não tinha dado para ir.

"Tia para o próximo ano tens de ir, para as mulheres que querem ter filhos verem que já conseguiste e ficarem contentes".

Fiquei sem palavras.
Retive duas coisas: está vaidosa com a prima e quer mostrá-la ao mundo mas percebe, ainda que à sua maneira, a importância que esta doença tem na minha vida e como a partilha das alegrias pode fazer tanto por quem ainda não chegou lá.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Os primos


A sobrinha-favorita-da-tia adorou estar a fazer de ama da primita.
Afinal há 3 anos que começou a tomar conta do mano, e ter uma bebé tão pequenita por perto encheu-lhe as medidas.
Via-se como estava feliz por poder estar um bocadinho a tomar conta dela, a dar-lhe o leitinho.
Notava-se mais ainda nas birras quando era outra pessoa a dar o leitinho eheh.

Já o primo é um pequeno terrorista mas com coração de manteiga, deu muitos beijinhos à "pima Lena" e teve uma saída do mais enternecedor que existe.
Foi ter com a minha mãe e pediu um babete, e depois outro.
A minha mãe acostumada às esquisitices do moço pensou: pronto, têm de ser dois para escolher qual gosta mais.
Mas eis que desata a correr, vem ter comigo e diz: tia é pá pima.
Ora bem, se vamos todos comer ela também tem de estar preparada.
Lá expliquei que a prima já tinha bebido o leitinho.

A primita ri-se com as gargalhadas dos primos, que assim seja sempre:)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A bisavó e a Lena


A história da minha avó paterna enquanto mãe é uma história triste.
Perdeu um filho com um ano vítima de meningite e outro com 33 vítima de cancro do pâncreas.
Resta-lhe o meu pai que vive a 200km de distância, na terra que ela escolheu para viver, mas que após a reforma abandonou para regressar a "casa".

Quando a minha sobrinha nasceu, ainda eu não sabia que teria problemas para ser mãe, avisou-me "os sobrinhos não são filhos".
Sendo ela a mais nova dos irmãos deve ter sentido na pele essa diferença, e por isso sempre me "picou" para casar cedo e ter filhos também cedo.

Depois veio a infertilidade e acabei por lhe contar o que se passava, recebi os seguintes conselhos:

- continuar a tentar;
- não querer filhos dos outros (leia-se adoptados, isto no rescaldo do caso Esmeralda), pois um dia aparecem os pais e ficamos sem eles.

Quando soube que estava grávida ficou felicíssima, percebia-se perfeitamente na sua voz, e eis que oiço o que não contava: não te fiques por aí que só um é pouco...

Até a entendo, se quem teve 3 filhos apenas tem um, mas lá lhe expliquei como tinha sido complicado, e estava a lutar por levar a gravidez até ao fim.
Acabou por me dar razão e terminou com um: espero que seja menina, que são mais amigas das mães.

E eis que veio a menina, e foi ver a bisavó de 92 anos babar ao ver a menina. "Tão perfeitinha, tão bonita, nem tem medo de mim (a minha avó  anda carregada de luto desde a morte do meu tio há 26 anos, e os outros bisnetos choravam ao vê-la e ela achava que era pelo luto).

Fartaram-se de falar as duas, a bisavó e a sua Madalena. Deixámos passar as primeiras vezes mas depois lá corrigimos o nome (estará a chegar a senilidade? Foi apenas distracção? Não sabemos...) Mas, a partir daí fartou-se de falar para a Lena e assim resolveu o problema...

Foi a única dos três avós que conheci que presenciou a vinda da minha filha, soube-me muito bem saborear o momento, acabou por ser um sonho também dela que se realizou.

domingo, 15 de julho de 2012

Lei de Murphy aplicada a roupa de crianças

As peças mais bonitas, que mais gostamos, que lhes ficam melhor serão as primeiras a deixarem de servir.

Roupa, dinheiro, crise e racionalidade


Depois de algumas horas a passar o ferro nesta manhã de domingo, eis que fui confrontada com mais meia dúzia de peças que não voltarão a ser usadas.
O crescimento duma criança mede-se sem dúvida pelo aumento de peso, comprimento e da pilha de roupa que deixou de servir.

Nunca tinha pensado muito no assunto, mas acabei por ter a sorte de ter muita roupa emprestada.
Apenas comprei umas peças para os primeiros dias, e alguns miminhos totalmente irresistíveis.

Quando a minha sobrinha nasceu tive a oportunidade de lhe comprar muitas coisas. Aliás nesse tempo eu era rica, conseguia deixar de lado mais de metade do meu ordenado, e com o que me sobrava dava-me a pequenos luxos. Sempre tive uma relação muito utilitária com o dinheiro, ele serve para eu fazer com ele o que quero, mas acautelando sempre o futuro e para ajudar os que me rodeiam.

Fui "rica" até há 8 anos atrás altura em que me tornei devedora ou se preferirem proprietária...

Quando a minha mãe via o que eu comprava para a minha sobrinha dizia: espero que quando chegar a tua vez tenhas o mesmo tipo de ajudas.
Ao que eu respondia: não hei-de precisar.
E de facto não preciso. Apesar da actual crise é-me possível comprar a roupa que ela precisa, mas o meu lado racional falou mais alto: e é necessário fazê-lo?

Vivemos numa sociedade altamente consumista, onde queremos ter tudo do "bom e do melhor" e de preferência em grandes quantidades, mas fará isto sentido? Principalmente no actual panorama?
Julgo que não e quando olho para a pilha de roupa que em dois meses deixou de servir mais me convenço disso.

E é assim que ao fim de algumas horas de ferro dou por mim a agradecer à família e amigos pelas ajudas que me têm dado neste percurso.
Se eu podia viver sem elas? Claro que podia, mas se puder aproveitar estas ajudas colocando de lado o dinheiro que não estou a gastar para o futuro da minha filha então tudo fará outro sentido.

Parabéns ao sobrinho-favorito-da-tia


Hoje o sobrinho-favorito-da-tia faz três aninhos.
O menino que é um verdadeiro furacão, que nunca pára quieto e que adora a prima bebé:)))
O tempo está mesmo a passar depressa:) Parabéns para ele.

sábado, 14 de julho de 2012

Não foi apenas mais um lanche


Quando nos deparamos com a infertilidade, ou outra doença, tentamos saber mais sobre ela. Tentamos conhecer pessoas que estejam a passar pelo mesmo que nós.
Este foi também o meu caso e desde muito cedo tive necessidade de conhecer, pessoalmente, quem como eu estava a passar pelo mesmo.
Perdi a conta aos lanches que organizei, no início até acontecia haver sempre novas grávidas. Os lanches pareciam amuletos que davam origem a novas gravidezes, novos bebés e a família foi crescendo.
Descobri esta nova família há quase 6 anos, e comecei a conhecê-la pessoalmente há mais de 5.
Quantas vezes pensei como seria bom no lanche seguinte anunciar a minha gravidez e dali a algum tempo apresentar o meu rebento.

Este foi um dia em que a realidade superou a ficção.
A sensação única de apresentar a minha filha às tias que lutaram lado a lado com a mãe, às tias que conseguiram concretizar o sonho e dar-me alento, e às tias que continuam a lutar com muita fé.

Ainda acordo muitas vezes de noite com ela a chorar e chega a parecer um sonho, mas está ali tão real.
E hoje foi mais um desses momentos, que de tantas vezes sonhado chega a parecer um sonho.
Mas é realidade, e a tarde não podia ter corrido melhor.
Depois dum dia muito chuvoso em que cheguei a casa tristinha a pensar que o lanche seria um fiasco, eis que o dia hoje acordou mais risonho e tivémos uma tarde cheia de sol, de calor e de vida.
O raio de sol chegou não apenas à minha vida, mas à de todos os que nos acompanham e brilhou muito. Esteve risonha toda a tarde a distribuir charme a todos.

Que bem  que me soube. Sim, sou uma mãe babada...nada a fazer:)

A todos os que estiveram connosco o muito obrigada pela presença, companhia e acima de tudo por durante estes anos nos terem feito acreditar.

14 de Julho de 2011


Há um ano...


Hoje soube bem recordar este post, não pela dor, pela tristeza mas pelo seu final:

Hoje só me lembro de duas frases "Se a vida te der limões faz limonada" e "No fim tudo acaba bem, se não está bem, é sinal de que ainda não chegou ao fim!"

O fim não tinha chegado mesmo, mas foi este tratamento que me trouxe onde estou hoje e por isso não podia deixar de recordar o que se passou no ano passado.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Consulta dos dois meses - pediatra


A minha menina continua no percentil 25 mas está decididamente em velocidade cruzeiro.
Encontrámos o nosso ritmo e haja leitinho para a manter assim durante muito tempo.
Já perdeu quase todos os reflexos do nascimento e começa a ganhar os próprios da sua idade.
Tenta palrar, ri-se muito, esconde a carita como se estivesse tímida, mas ao mesmo tempo fita as pessoas com ar desconfiado e sedutor:))) E se olham para ela ri.
Continuamos sem saber se sofrerá de hipotiroidismo, mas não tem os sintomas normais da doença, pelo que temos de aguardar e ter fé que está tudo bem.
Levei uma listinha de dúvidas porque a cabeça anda perdida em parte incerta, e a pediatra descansou-me muito.
Gosto desta pediatra, da confiança que transmite e da forma clara como responde.
Incomoda-me que nem sempre diga abertamente o que suspeita, mas se lhe perguntarmos não há dúvida que explica tudo. Já notei é que evita que soframos por antecipação, mas acho que isso é normal para qualquer pai, por isso agora tento perguntar tudo o que me passou pela cabeça entre consultas.

Voltamos lá aos 4 meses.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Consulta no centro de saúde - 2 meses


Hoje foi a consulta dos dois meses no centro de saúde.

4,580kg - 55,5cm - perímetro cefálico 38,5
Bons reflexos
Bom tónus muscular

e...vacinas...

Além das vacinas do plano tomou ainda a prevenar...3 picas...por 3 vezes abriu o berreiro...e na última, caiu-lhe a primeira lágrima.