quinta-feira, 27 de junho de 2013

Pote vs bacio

Hoje ao chegar à creche ouvi: mamã adivinhe quem fez chichi no pote!

Resposta: não....
Auxiliar a rir-se: sim, sim. Bem...eu já sei a que horas ela tem vontade e como estavam os meninos da sala de um ano meti-a também. Ela fez, porque estava na hora de querer fazer, e fizemos uma festa. Claro que foi sorte de principiante e ela nem sabe o que fez.

Adorei a brincadeira, embora tenha perfeita consciência de que uma coisa é conseguir largar líquidos no local certo, à hora que nos apetece, outra bem diferente é controlar os esfíncteres. Mas aos 13,5 meses nada mal... 

(Pote no norte, bacio no sul)

Serviço público, empatia, sermos capazes de nos colocarmos no lugar do outro

Ontem,  estava de férias e acompanhei o meu marido numas análises ao Hospital Sto António.
Como para a semana tb tenho análises para fazer, mas não encontro o papel da consulta fui ao secretariado.
Expliquei que sabia a data das análises, mas não da consulta, e pedi uma 2ª via.

- mas veio hoje fazer as análises?
- não, vim acompanhar o meu marido, as minhas análises são só para a semana.
- espere um pouco...olhe há vaga para hoje, quer fazer hoje e fica despachada?

Colocarmo-nos no lugar do outro e tentarmos ajudar não está ao alcance de todos, e mesmo num hospital público, com os cortes que têm sofrido e com funcionários públicos sempre a serem prejudicados há quem se preocupe.

domingo, 16 de junho de 2013

Oh tempo passa mais devagar, ok?

Os dias estão a passar a uma velocidade alucinante e já há algum tempo que por aqui não passava.
Não que não tenha o que escrever mas o tempo escasseia.
Vou colocar alguns textos, alguns pensamentos de datas passadas, ainda que para efeitos de blog surjam na data correcta.

Há datas que não quero deixar em branco, ainda que possa demorar a publicar sobre as mesmas.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Um ano e 1/12

Eis que estamos no 1+1/12 a caminho do segundo ano, em duodécimos claro está.

Tudo é novidade, tudo é desafio e as regras são para se quebrar pois há muito por descobrir. Este é o lema de qualquer bebé desta idade.
Começaram as nódoas negras, as tentativas de birras, o puxar da corda constante.

Continua a comer bem, dormir bem, é sociável embora goste do seu espaço. Interage com todos embora já se resguarde de estranhos.
Ainda não anda pois recusa-se a largar as mãos, mas sabe sair do sofá de modo a ficar logo de pé.
Está a atravessar uma frase de novos sons, diferentes palreios e quando acorda começa logo a falar, os genes da mãe são tramados...

No último mês teve a sua festa de aniversário, mais o aniversário da mãe, mais uma caminhada, a profissão de Fé da prima e reúne consenso: é uma bebé calma, tranquila, bem-disposta e simpática.
E eu que sou babadérrima penso: afinal os outros quando a conhecem acabam por perceber a minha baba.

Está a atravessar uma fase de mãezite aguda, a mãe não pode sair do campo de visão que chora logo.

De saúde continua com altos e baixos, mas nada de grave.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Cócegas

D. Helena puxa-me a mão na direcção do sovaquito para lhe fazer cócegas...a meio do caminho já se está a rebolar a rir...

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Um fim-de-semana cansativo

Este fds foi passado na terra da mãe, e com uma agenda carregadíssima.

Sábado a prima fez a profissão de Fé.
Depois de iniciada a cerimónia a mãe relaxou pois a pequena estava muito tranquila e atenta. Ao contrário do que receei não começou a distribuir olás nem a palrar alto.
Esteve sempre acordada, a “cantar” ao som das músicas e muito atenta.

O jantar foi uma pequena festa dos 40+1 (40 da mãe e 1 da filha).
Então com esta gente toda, vocês querem que eu durma? Claro que não!
Fez as honras da festa, distribuiu sorrisos, gargalhou, adorou estar com os outros meninos, mas dormir nem pensar.
Perto da meia-noite lá começou a ficar chatinha pois o sono estava a começar a levar a melhor.

Domingo foi a caminhada da infertilidade e mais uma vez distribuímos sorrisos, tomámos nota de tudo o que vimos.
Seguiu-se o almoço e aí o sono voltou a querer ganhar, mas valente não lhe deixou levar a melhor, era só o que faltava…
No caminho para casa dos avós adormeceu, tirou ainda uma bela soneca antes do regresso a casa.

E só na última área de serviço é que se deu por vencida, depois de mais de três horas de viagem onde se recusou a dormir.

Eu sei que sou chatinha e babo muito pela filha que tenho, mas quando temos um fim-de-semana como este, é bom ver que a opinião é unânime.
Por onde passa reúne consenso, é sociável, bem-disposta, resistente ao sono sem ficar chatinha e ilumina o sítio onde está.


E pais que são pais babam e muito…