Delicioso, sentada debaixo da mesa da sala a folhear a revista do Lidl...lol
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
17 meses
Já se sabia que a partir do momento em que começasse a andar chegava ao fim o pouco descanso que se tinha.
E como é eléctrica, não pára, a menos que se depare com alguma coisa que lhe meta medo, caso contrário vai tudo à frente.
Apesar de tudo já cai menos vezes o que é muito bom.
Continua com grandes conversas que só ela entende, e fica muito tristinha quando percebe que não percebemos nadinha.
Se está bem disposta “repete” caso contrário fica sentida e amua…isto promete, parece “só vou dizer isto uma vez”.
O vocabulário está cada vez mais rico:
Olá
Mamã
Papá
Papa
Caca (cara)
Átá (já está)
Boua (bola)
Teias (pernas)
Aoa (água)
Nãtá (não está ou não há)
Cocó
Vó
Vô
NÃO (dito na perfeição, de preferência com ajuda da cabeça e do dedo espetado)
Abou (embora)
Papo (sapato)
Caucau (xauxau)
Cau (cão)
Bebé (normalmente sai bibi, mas quando se concentra - até fica vermelha para sair bem diz bebé)
Té e pé (Pé)
Mão
Tuxe tuxe (truz-truz)
Téta (sesta)
Na creche continua com imensas actividades e numa em que tinham de identificar partes do corpo ficaram surpreendidas, pois é a bebé que mais partes conhece.
É giro porque ela fica orgulhosa por conhecê-las e depois aponta para novas zonas, eu digo o que é e se insistir um pouco ela memoriza.
Agora em 3 dias aprendeu os joelhos, e se não lhe pergunto ela aponta para que eu lhe diga o que é: )))
Teve consulta no centro de saúde e o médico perguntou se sabia onde era cabeça, olhos, ouvidos…
Minutos antes o médico tinha-lhe dado uma folha e uma caneta e desenhado uma cabeça. Então ela começou a apontar tudo no desenho (excepto ouvidos porque para ela são orelhas). Às tantas o boneco ganhou barriga, braços, pernas, mãos e pés…
Comentário do médico: não só reconhece o corpo como faz a transferência para o abstracto. Os pais babavam porque nunca tinham visto aquilo…
O regresso à creche trouxe uma menina nova.
A rabugenta porque não dorme a sestinha da manhã, e a menina que se recusava a comer em casa…
Depois de uma semana, em que perdeu peso e bochechas, ao falar com uma auxiliar fiquei a saber que já come “tudo” sozinha. E…exactamente por isso, não quer que sejamos nós a dar a comida.
“Mãe, deixe-a comer sozinha, use uma colher diferente para si se precisar”.
Pois, há bebés com a ideia que são gente crescida, e de facto passou aos poucos a comer mais.
E, por falar em gente crescida...quando não lhe apetece usar os papos (sapatos) velhos, senta-se no chão, chama-me e pede que a ajude a trocar...
Sim, acho que vou ficar muito feliz por usar uniforme e não poder mandar:)))
E por último a juntar a tudo isto diz não a tudo.
Fica mesmo muito exaltada quando não quer…
Haja muita saúde e energia para a conseguir torcer um pouco todos os dias. Senão aos dois vai acreditar que manda…
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
16 meses
Já cá cantam os 16 meses.
Se nos 8 meses deu um grande pulo, então aos 15 deu vários e a vários níveis.
A 8 de agosto começou a andar, e nunca mais parou.
A parte complicada é quando não trava mesmo e vai contra as coisas, ou cai com a testa no chão.
Depois como qualquer bebé ainda não sabendo andar quer logo correr, o que pode ser uma combinação explosiva.
Faz grandes conversas das quais ninguém entende.
Em relação ao corpo já diz caca (cara como é bom de se perceber), o pé já vai sendo pé quando está mais atenta, e o dato (braço).
Vô e vó foram muito usados nas férias, embora nem sempre acerte no género, se bem que isso não foi impedimento para que os "vós" ficassem todos babados com este miminho.
Adorou a praia, afinal lá existem gaivotas, pombos (sim...pombos), bolas e muita gente a andar dum lado para o outro. Apenas lhe desagradaram duas coisas (uns meros detalhes), a areia e a água.
Se estes detalhes não existissem a praia seria um lugar fantástico e recomendável, assim só mesmo no último dia começou a demonstrar confiança na areia, mas quanto à água outros verões serão necessários. As ondas de 10cm fazem cá uma barulheira...nem pensar, mesmo ao colo da mãe berrava.
Iniciou-se também a época das vergonhas...
Finalmente consegue avisar que tem cocó, dizendo cócócócócó. Mas afinal o que é o cocó? Bem, pode ser cocó, pode ser chichi e pode ainda ser um pum...Começa a cacarejar cócócócó. Já vi galinhas poedeiras mais discretas...
Isto nem seria muito mau...se...no meio da rua não apontasse sempre que ouve um pum...Aponta a pessoa, e berra alto e bom som cócócócó.
Por outro lado todos os animais, do cão, aos coelhos passando pelos pardais ou gaivotas fazem ãoão.
Assim que vê algum ladra.
E nas férias viu um menino negro, e a primeira reação foi ão, até que olhou melhor e ficou alguns instantes a tirar-lhe as medidas e lá se calou.
Já temos brincadeiras novas:
Mãe diz: um, dois
Filha responde: têsssssssssssss
Filha diz humm?
Mãe diz: dois
Filha responde: têssssssssssss
Mãe diz: um (e cala-se de seguida)
Filha diz: têssssssssssssssss
Dia dois regressou à creche, a andar pelo seu pé, já de uniforme e decididamente o meu bebé perdeu-se no meio daquele jeito de menina que quer descobrir tudo aquilo a que tem direito.
sábado, 31 de agosto de 2013
Um, dois...têsssssssssssss
Mãe diz: um, dois
Filha responde: têsssssssssssss
Filha diz humm?
Mãe diz: dois
Filha responde: têssssssssssss
Mãe diz: um (e cala-se de seguida)
Filha diz: têssssssssssssssss
Filha responde: têsssssssssssss
Filha diz humm?
Mãe diz: dois
Filha responde: têssssssssssss
Mãe diz: um (e cala-se de seguida)
Filha diz: têssssssssssssssss
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Viva o asseio
Helena é muito asseada, se lhe cai gota de baba na perna, segue religiosamente esta ordem:
1-limpar a perna com a mão
2-limpar a mão no braço da mãe
1-limpar a perna com a mão
2-limpar a mão no braço da mãe
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Cócócócó
Helena dá puns e de seguida grita: cócócócó.
Se for outra pessoa ela aponta e grita: cócócócó.
Iniciada a época das vergonhas em público.
Se for outra pessoa ela aponta e grita: cócócócó.
Iniciada a época das vergonhas em público.
sábado, 10 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
8 de agosto
8 de agosto, Helena veio pelo seu pé ter com a mamã e disse mamã.
(ontem fez o pré-teste, vindo ter connosco mas orientada pela auxiliar).
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
15 meses
E cá estamos no 1 + 1/4...andamos à velocidade da luz.
D. Helena gatinha a alta velocidade, já se deixa estar de pé e até já deu os primeiros passos. A técnica, da própria sem intervenção dos pais, foi um comando em cada mão...e assim deu 5 passitos, depois tal como nos desenhos animados olhou para baixo, viu que ninguém a segurava e atirou-se de fralda no chão.
Decididamente a preguiça é um grande entrave.
Ri, canta, palra como ninguém.
Continua a achar graça a música clássica, assim que ouve larga tudo e segue o som. As músicas da carochinha são as únicas que têm o mesmo efeito.
Sabe onde fica o nariz, boca, olho, orelha, cabeça, braço (quando não diz que é nas pernas ou no olho), pernas e pé.
Já por várias vezes que me vê de meias na mão estica o pé e diz TÉEEEEEEEEE, e claro está que os tés estão pegados às têias (pernas para os preciosistas).
Brinca imenso com jogos de encaixe, com o seu bebé e com todos os ãos (cães, coelhos, porco e hipopótamo), para ela todos são ãossssss.
Já a iniciei nas lides domésticas...este fim-de-semana ao ver-me de espanador também quis, e claro que temos de cultivar a divisão de tarefas...certo?
E pronto só falta mesmo a consulta dos 15 meses, mas do que vejo está fina que nem um pêro.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Andando
A Helena andou... meia dúzia de passos, e o truque foi...um comando em cada mão. Nem se deu conta que andou.
domingo, 14 de julho de 2013
Há dois anos
Há dois anos tive o meu último
tratamento cancelado.
Há dois anos disseram-me que o único
embrião não podia ser transferido.
Há dois anos foi o fim dum ciclo.
Há dois anos revoltei-me e chorei.
E sem o saber, nesse cancelamento
estava o início de vida.
Foi o meu último tratamento, mas foi
a ponte para a gravidez espontânea e para a minha filha.
Há um ano chorei de alegria ao
recordar a data, este ano já não choro, apenas me sinto muito grata.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
14 meses
E sem que tivéssemos dado conta eis que chegámos aos 14 meses.
Ninguém duvida que o tempo passa a correr e que todos os dias surgem novas conquistas, pequenas mas que se vão consolidando com o tempo.
A pequena vai ser uma gralha, acorda a falar, aponta para nariz, boca, cabeça para que digamos o que é e comecemos logo a brincar às SETE DA MATINA.
Com este calor dos últimos dias descobriu duas coisas: as pernas.
E adora apontar para a pernoca, isto de andar de calções, saias ou vestidos é muito giro.
Ainda não anda, mas já se deixa levar apenas com uma mão. Inicialmente queria que lhe segurássemos a mão direita, agora qualquer uma serve, e já houve momentos em que se distraiu e aguentou 2 ou 3 segundos sem que ninguém a segurasse, mas logo de seguida atira-se de rabo para o chão com medo de cair, numa palavra: mariquinhas.
Na creche já come muitas vezes sozinha, e já…vai ao “pote” (para o pessoal do norte, bacio ou penico para os do sul). Pois é verdade, aproveitando que os mais crescidinhos vão para a sala dela a educadora resolveu meter mais 4 para os mais crescidos do berçário se iniciarem e como ela é tipo relógio tem feito chichi todos os dias lá.
Está a iniciar-se uma autonomia e é engraçado ver como ela gosta. Se bem que autonomia é bom e ela gosta MAS“oh mãe onde pensas que vais sem mim? Queres que eu chore?” a mãezite continua.
Esta semana foi a avaliação da creche.
Está muito bem a nível sócio-emocional, no relacionamento com os pares e adultos. Meiga, bem-disposta que adora dar e receber miminhos. Nota-se que adora os bebés mais pequenos e é cuidadosa com eles.
A nível motor falta-lhe o andar, mas que não será impeditivo para passar para a sala de um ano em Setembro, a minha menina “passou de ano” eheh. Tem boa coordenação com a colher (aqui não concordo, ou então em casa acha que é para brincar e sujar a roupa toda…).
A nível cognitivo é boa nos joguinhos de encaixe, tem sentido rítmico e faz muitas associações de causa-efeito (aqui eu que o diga, pois quando está a asneirar vem logo dar-me beijinhos a ver se escapa ao raspanete).
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Pote vs bacio
Hoje ao chegar à creche ouvi: mamã adivinhe quem fez chichi no pote!
Resposta: não....
Auxiliar a rir-se: sim, sim. Bem...eu já sei a que horas ela tem vontade e como estavam os meninos da sala de um ano meti-a também. Ela fez, porque estava na hora de querer fazer, e fizemos uma festa. Claro que foi sorte de principiante e ela nem sabe o que fez.
Adorei a brincadeira, embora tenha perfeita consciência de que uma coisa é conseguir largar líquidos no local certo, à hora que nos apetece, outra bem diferente é controlar os esfíncteres. Mas aos 13,5 meses nada mal...
(Pote no norte, bacio no sul)
Serviço público, empatia, sermos capazes de nos colocarmos no lugar do outro
Ontem, estava de férias e acompanhei o meu marido numas análises ao Hospital Sto António.
Como para a semana tb tenho análises para fazer, mas não encontro o papel da consulta fui ao secretariado.
Expliquei que sabia a data das análises, mas não da consulta, e pedi uma 2ª via.
- mas veio hoje fazer as análises?
- não, vim acompanhar o meu marido, as minhas análises são só para a semana.
- espere um pouco...olhe há vaga para hoje, quer fazer hoje e fica despachada?
Colocarmo-nos no lugar do outro e tentarmos ajudar não está ao alcance de todos, e mesmo num hospital público, com os cortes que têm sofrido e com funcionários públicos sempre a serem prejudicados há quem se preocupe.
Como para a semana tb tenho análises para fazer, mas não encontro o papel da consulta fui ao secretariado.
Expliquei que sabia a data das análises, mas não da consulta, e pedi uma 2ª via.
- mas veio hoje fazer as análises?
- não, vim acompanhar o meu marido, as minhas análises são só para a semana.
- espere um pouco...olhe há vaga para hoje, quer fazer hoje e fica despachada?
Colocarmo-nos no lugar do outro e tentarmos ajudar não está ao alcance de todos, e mesmo num hospital público, com os cortes que têm sofrido e com funcionários públicos sempre a serem prejudicados há quem se preocupe.
domingo, 16 de junho de 2013
Oh tempo passa mais devagar, ok?
Os dias
estão a passar a uma velocidade alucinante e já há algum tempo que por aqui não
passava.
Não que não tenha o que escrever mas o tempo escasseia.
Vou colocar alguns textos, alguns pensamentos de datas passadas, ainda
que para efeitos de blog surjam na data correcta.
Há datas que não quero deixar em branco, ainda que possa demorar a
publicar sobre as mesmas.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Um ano e 1/12
Eis que estamos no 1+1/12 a caminho do segundo ano, em duodécimos claro está.
Tudo é novidade, tudo é desafio e as regras são para se quebrar pois há muito por descobrir. Este é o lema de qualquer bebé desta idade.
Começaram as nódoas negras, as tentativas de birras, o puxar da corda constante.
Continua a comer bem, dormir bem, é sociável embora goste do seu espaço. Interage com todos embora já se resguarde de estranhos.
Ainda não anda pois recusa-se a largar as mãos, mas sabe sair do sofá de modo a ficar logo de pé.
Está a atravessar uma frase de novos sons, diferentes palreios e quando acorda começa logo a falar, os genes da mãe são tramados...
No último mês teve a sua festa de aniversário, mais o aniversário da mãe, mais uma caminhada, a profissão de Fé da prima e reúne consenso: é uma bebé calma, tranquila, bem-disposta e simpática.
E eu que sou babadérrima penso: afinal os outros quando a conhecem acabam por perceber a minha baba.
Está a atravessar uma fase de mãezite aguda, a mãe não pode sair do campo de visão que chora logo.
De saúde continua com altos e baixos, mas nada de grave.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Cócegas
D. Helena puxa-me a mão na direcção do sovaquito para lhe fazer cócegas...a meio do caminho já se está a rebolar a rir...
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Um fim-de-semana cansativo
Este fds
foi passado na terra da mãe, e com uma agenda carregadíssima.
Sábado a prima fez a profissão de Fé.
Depois de iniciada a cerimónia a mãe relaxou pois a pequena estava muito
tranquila e atenta. Ao contrário do que receei não começou a distribuir olás
nem a palrar alto.
Esteve sempre acordada, a “cantar” ao som das músicas e muito atenta.
O jantar foi uma pequena festa dos 40+1 (40 da mãe e 1 da filha).
Então com esta gente toda, vocês querem que eu durma? Claro que não!
Fez as honras da festa, distribuiu sorrisos, gargalhou, adorou estar com
os outros meninos, mas dormir nem pensar.
Perto da meia-noite lá começou a ficar chatinha pois o sono estava a
começar a levar a melhor.
Domingo foi a caminhada da infertilidade e mais uma vez distribuímos
sorrisos, tomámos nota de tudo o que vimos.
Seguiu-se o almoço e aí o sono voltou a querer ganhar, mas valente não
lhe deixou levar a melhor, era só o que faltava…
No caminho para casa dos avós adormeceu, tirou ainda uma bela soneca
antes do regresso a casa.
E só na última área de serviço é que se deu por vencida, depois de mais
de três horas de viagem onde se recusou a dormir.
Eu sei que sou chatinha e babo muito pela filha que tenho, mas quando
temos um fim-de-semana como este, é bom ver que a opinião é unânime.
Por onde passa reúne consenso, é sociável, bem-disposta, resistente ao
sono sem ficar chatinha e ilumina o sítio onde está.
E pais que são pais babam e muito…
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Conversa com a minha avó ao telefone
Ao telefone com a minha avó. A contar-me que um homem foi ontem ao centro de dia fazer umas reparações e tiveram esta conversa:
- então e a sra que idade tem?
- ora...que idade me dá?
- uns 89, acertei?
- não, que eu já tenho 93!
Viste? Fazia-me mais nova.
Eu controlei-me e não ri alto (foi só para dentro) é que 4 anos já não faz muita diferença na minha idade, quanto mais nada dela:)))
Depois lembrei-me que é a mesma avó que foi para o centro de dia aos 91 anos, pois não queria ir para o meio de velhos...e quando lá entrou já era ela a mais velha.
E na altura brinquei com ela: pois pois, a avó quis foi ir para o meio da malta nova:)))))
Os entas
E pronto acabou-se o 1º dia dos entas.
A todos os que de um modo ou outro fizeram parte obrigada por estarem "aí".
Afinal parece que isto não dói mesmo.
E daqui a 60 anos lá estaremos nos "entos":))))
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